Cobrar ou não cobrar?

4 de junho de 2010

Matéria publicada no site do jornal O Globo dá conta de que Steve Jobs defende que se cobre pelo conteúdo editorial online. E ele pega pesado, sugerindo que isso seja feito colocando-se preços agressivos (quer dizer, baixos) e buscando volume.

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"Internet tornou-se um meio subversivo"

29 de maio de 2010

A frase acima serviu de título para uma entrevista do dinamarquês Mogens Schmidt, vice-diretor da Unesco, ao jornal carioca O Globo. Publicada em 29/05/2010, ela (a frase ou a entrevista, tanto faz) motivou este post, mais uma vez dedicado à tão preciosa 'liberdade de imprensa'.

Segundo o entrevistado, esse "novo meio, a internet [sic], tornou-se em certo sentido um meio muito subversivo, porque é muito difícil de controlar". Entretanto, é sabido que a ditadura chinesa concorda apenas parcialmente com essa opinião: subversiva, sim; difícil de controlar, não.

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Sorry

28 de maio de 2010

Um comercial para TV da Mercedes-Benz, assim por dizer, genial.

Dois pesos, duas medidas

19 de maio de 2010

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As entidades ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e ABERT (Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão) estão solicitando ao Ministério Público que fiscalize o jornalismo na Internet. Não deixa de ser curioso, as mesmas empresas jornalísticas que defendem com unhas e dentes a 'liberdade de imprensa' queixam-se do fato de a Internet ser um território livre, sem lei, uma terra de ninguém.

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Internet de ninguém

12 de maio de 2010

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No território livre da Internet cabe todo tipo de conteúdo. Grandes empresas investem pesado para terem seu espaço na mesma mídia onde proliferam sites pornográficos e pirataria. Já em 2006, o senador Eduardo Azeredo (PSDB) afirmava ser ela um território sem lei , propondo que se controle o acesso à web e se regulamente os crimes online.

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Dez maneiras de se perder um cliente

1 de maio de 2010

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Nota: o texto a seguir é uma tradução livre (não necessariamente 'ao pé da letra') de uma matéria publicada na DesignM.ag .

Fornecer serviços de qualidade e conservar seus clientes é algo crítico para qualquer freelancer ou escritório de design. Vamos tratar aqui dos dez motivos mais comuns que levam designers a perderem clientes, expondo alguns exemplos de ações e atitudes que devem ser evitadas, se desejamos ver nossos clientes satisfeitos.

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Pequena seleção de charges do Aroeira

26 de abril de 2010

Renato Luiz Campos Aroeira, mineiro e torcedor de Atlético-MG e Botafogo, acostumou-se a "pegar no pé" dos poderosos, sejam eles políticos ou jogadores de futebol. Dentre esses poderosos, a vítima favorita é o FH, mas é natural que o Lula seja a bola da vez. Seu traço refinado retrata com ironia na primeira página do jornal O Dia as pérolas que generosamente surgem no dia-a-dia.

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Jornalismo não levado a sério

24 de abril de 2010

Defendida com unhas e dentes pelas grandes empresas jornalísticas, a tão idolatrada "liberdade de imprensa" merecia mais respeito. Ela é como uma moeda de duas faces – uma dizendo que 'informar é um direito' e outra, mais complicada, lembrando que 'bem informar é um dever'. Torna-se fácil constatar ruído na comunicação quando a imprensa atribui a si própria o direito de vigiar os deveres dos outros; mais fácil ainda, quando ela o faz vigiando mais os deveres de uns do que os de outros, o que configura um tipo oculto de prestação de serviço em favor de alguém e, por conseguinte, em detrimento de outrém.

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Rejeitando automaticamente spam comments

18 de abril de 2010

Por algum motivo fora do alcance de minha compreensão, um post meu – Gambiarras: as seis leis de Andy – tornou-se alvo de inúmeros comentários facilmente identificados como spams. O WordPress tem o Akismet, um bom filtro que envia mensagens de alerta para o e-mail do usuário, entretanto é necessário moderar cada um desses comentários, para excluir aqueles indesejados.

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Pequena seleção de charges do Angeli

16 de abril de 2010

Com seu humor crítico, ácido e refinado, o paulistano Arnaldo Angeli Filho tornou-se um dos mais conhecidos chargistas brasileiros da atualidade. Tomei a liberdade de listar uma pequena mas ótima coletânea de alguns de seus trabalhos publicados no jornal Folha de São Paulo.

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