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Enfim, a tão sonhada máquina do tempo

20 de junho de 2017

Imagem: Hiscox PLC [GB].

Sim. Somos capazes de ir para o futuro, voltar ao passado ou simplesmente parar o tempo. Também somos capazes de controlar o nosso "quando" (a hora, o dia, o mês e o ano). Na verdade, usamos nossas máquinas do tempo o tempo todo. Por mais que por convenção, o tempo ande só para o futuro, quem pode nos provar que um aguardado amanhã nada mais é do que um ontem que ainda vai acontecer?

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Somos assim

14 de junho de 2017

Imagem: Discovery.

Pessoas estão sempre olhando para dentro de mim. Por algum tempo, julguei que fossem mulheres me azarando. Mas homens também? Melhor sermos apenas as pessoas que somos.

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Por que durmo tão tarde?

30 de maio de 2017

Imagem: OUPblog: No time to think.

De fato, ultimamente tenho feito tudo meio que às pressas. Isso me leva a dormir e acordar tarde. O tempo começa a me faltar e tenho muito a dizer, ouvir e fazer. Essa nossa vida, sempre tão curta…

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E a montanha virou nuvem

14 de abril de 2017

Imagem colada de destinosinvisiveis.wordpress.com
(no slideshow).

Vejo a mim mesmo numa beira de estrada, observando do alto para baixo (da mata para o concreto). Trata-se de onde me encontro em dado momento, não sei ao certo mas no alto da serra. Isso ao mesmo tempo em que na casa de cima, como de costume, observo através de uma das janelas embaçadas da sala a silhueta das montanhas que nos rodeiam.

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Resumo da ópera

24 de março de 2017

Charge: Mario Alberto. Imagem colada de
Entre tantas histórias: O cotidiando nas caravelas portuguesas
(Obs.: Recomendo a leitura. Belíssimo texto.)

Um juizeco de primeira instância e com voz de marreco exposto em fotos na alegre companhia de tucanos exaustivamente citados na lava-jato. E ninguém faz nada.

A grande imprensa recebe e divulga, seletivamente, as denúncias premiadas. Quem precisa de provas? Bastam convicções. Enquanto isso, o país quebra e famílias minguam à própria sorte. Fazer o que?

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Carta aberta aos patos

21 de março de 2017

Foto (recortada): Harry's Place

Começo por uma muralha monumental, que já existe há muito tempo e não separa mais nada de ninguém. Deveria ter ficado para trás no tempo mas não, de vez que sobrou para os chineses de agora (e para fins turísticos). Muros existem para separar, assim como foi com aquele que dividiu a Alemanha em duas e depois caiu. Mas eles não caem nem se constroem sozinhos.

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Meu pequeno maltês

14 de março de 2017

Foto: fofuxo.com

Aos meus pés ele reina. É o verdadeiro dono da casa porque sabe que somos úteis e usáveis. Fiel aos que lhe pertencem o pequeno determina, sempre de acordo com seu livre arbítrio, nada fazer e dormir ou convidar para brincar.

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Gut riechen

10 de março de 2017

Estranho, isso de me recordar de algo tão distante. Lembro de ter conhecido uma Alemanha pós-guerra completamente limpa depois de reconstruída. Me vejo na cidade de Hamburgo, num hotel chamado Quatro Estações (Vier Jahreszeiten Hamburg). Até o cheiro é limpo.

Já foi assim antes, quando embarcamos no cargueiro misto Cap Vilano, da Hamburg Süd. Da janela da cabine eu observava o cais da cidade do Rio maltratado e a exploração dos estivadores maltrapilhos. Já o desembarque no porto de Hamburgo foi bem o contrário, outro cenário. Me faz pensar agora que fomos nós, brasileiros, que perdemos a guerra.

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Ouro

6 de março de 2017

Diz uma certa lenda que os habitantes de um vilarejo de cujo nome sequer me lembro ficaram ricos, muito ricos. Encontraram nos subterrâneos dos seus modestos casebres um tesouro imensurável de moedas de ouro outrora pertencentes a um antigo e falecido senhor feudal. (Vale dizer que, após o passamento do ilustre, a própria região ficou muito perto de sucumbir à própria sorte e futuro algum.)

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Para enfrentar os amanhãs

3 de fevereiro de 2017

Foto: Salvia Extract

Existem lugares que jamais conheceríamos, não fosse a nossa preguiçosa memória que a eles nos remete enquanto dormimos. Lugares onde o sol pode ser tão negro e novo quanto a lua nova.

Assim é como um simples travesseiro se torna tão cúmplice de nossos crimes secretos, por menos hediondos que sejam (ou nos tornemos). Monstros não existem fora de nossos sonhos e nas brincadeiras de mocinho e bandido. E quase sempre, desde crianças, preferimos ser bandidos e do mal.

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