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Pés no chão

24 de janeiro de 2018

Imagem: Jalopnik.

E dar asas à imaginação, certo? Sei que lá vinha eu no meu drone, maravilhado com a lindeza da superfície e tudo que acontecia lá embaixo. Sei também que por trás de cada drone existe alguém manuseando um controle remoto. E sei que me dei mal, pois quem controlava o meu remoto se distraiu.

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Entrega

22 de janeiro de 2018

Prólogo (arram): O pequeno texto que se segue remete a um tempo em que eu lidava com gráficas, trabalhando e virando noites com propaganda e programação visual.

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Oi Fredi

21 de janeiro de 2018

Imagem: Camilla Quintela.

Inusitado. Muito nova para mim. E no maior shopping da cidade. Me cumprimentou pelo nome? E tudo que pude responder foi… oi? Talvez essa seja minha versão mais recente de um Alzheimer que ainda não tive tempo de assumir.

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Não dizer não

27 de dezembro de 2017

Imagem: celticmoondance.

Não é fácil. Nem pensar. Caludo. Não é hora nem lugar. Eu falei não? Não foi essa a intenção. Difícil isso de não dizer não. A palavra que toda criança quase sempre ouve: não! Assim mesmo, com ponto de exclamação! Juninho… não! Clarinha… Não! Scooby…

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Houston?

24 de dezembro de 2017

Alô, Terra? Aqui Verdinho… Alô? Isso, Verdinho. Estamos vivos aqui, no Verdinho. Quem? Nós, uai! Joaquim Távora. Oi? Joaquim, isso, correto. Távora. O número? Esperaí…

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Epitafui

24 de dezembro de 2017

Antes que eu me vá dessa pra melhor, deixa eu falar. (Isso é coisa de velho e, quanto mais velho a gente fica, mais mentira pode contar.)

Conheci a dona morte desde manhã cedinho, ainda cantando canção de ninar. E a dona morte era bem bonita, sabe? Bonita de arrepiar. De tão bonita, ela me fez foi abrir os olhos e me acordar. Mas não deu em nada porque era só vontade de mijar.

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Mais um Natal

15 de dezembro de 2017

Mais um verão, ufa! Sobrando o bafo que a gente já conhece e mantendo o baixo nível da necessidade de surrupiar o décimo terceiro dos outros. E muito mais. Caixinhas, presentes, paciências, nozes e rabanadas. Enfeites, velas, toalhas de mesa e guardanapos temáticos. Luzes piscando, guirlandas nas portas, sorrisos obrigatoriamente espontâneos (ou espontaneamente obrigatórios). Janelas completamente abertas, ventiladores rodando e neve nenhuma.

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Êxtases

3 de dezembro de 2017

Tomo a iberdade de reproduzir belíssimo texto de Luis Fernando Veríssimo, publicado em 03/12/2017 no jornal O Globo e no blog do Noblat. Mais atual do que nunca, o título do artigo é o mesmo desta postagem.

"Bliss it was in that dawn to be alive", êxtase era estar vivo naquela aurora, escreveu o poeta Wordsworth sobre a Revolução Francesa. Poderia ter dito o mesmo de outra aurora republicana, anterior à francesa: a declaração da Independência Americana.

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Once more well planed

25 de outubro de 2017

Imagem: AEPET.

Então… Diante de tantos reality show televisivos, que tal um “The Corrupt Brasil”? Algo como tendo entre os “jurados” aquele Moro inocentado pela mídia como “isentíssimo”, ladeado por “senadores que julgam” um “senador” viciado e traficante, isso tudo junto a um congresso que inocenta o “presidente” mais sujo que pau de galinheiro no seu “vale quanto paga” (para escapar de uma justa degola), os supremos togados lavando as mãos imundas com dinheiro público e… Chega, melhor parar.

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Existo, logo…

16 de outubro de 2017

Foto (recortada): Home of the Daily and Suday Express

Com todo seu esplendor, a vida de cada um de nós não passa de um brevíssimo intervalo imprevisivelmente finito, dentro de um infinito que mal conhecemos. E a melhor prova disso é esse big bang que, a cada nova descoberta, mais e mais se distancia no espaço e no tempo. Isso sequer caberia num grão de areia da maior praia que pudéssemos sequer imaginar.

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