
Matéria
publicada no site do jornal O Globo dá conta de que Steve Jobs defende que se cobre pelo conteúdo editorial online. E ele pega pesado, sugerindo que isso seja feito colocando-se preços agressivos (quer dizer, baixos) e buscando volume.

Matéria
publicada no site do jornal O Globo dá conta de que Steve Jobs defende que se cobre pelo conteúdo editorial online. E ele pega pesado, sugerindo que isso seja feito colocando-se preços agressivos (quer dizer, baixos) e buscando volume.

A frase acima serviu de título para uma entrevista
do dinamarquês Mogens Schmidt, vice-diretor da Unesco, ao jornal carioca O Globo. Publicada em 29/05/2010, ela (a frase ou a entrevista, tanto faz) motivou este post, mais uma vez dedicado à tão preciosa 'liberdade de imprensa'.
Segundo o entrevistado, esse "novo meio, a internet [sic], tornou-se em certo sentido um meio muito subversivo, porque é muito difícil de controlar". Entretanto, é sabido que a ditadura chinesa concorda apenas parcialmente com essa opinião: subversiva, sim; difícil de controlar, não.
Um comercial para TV da Mercedes-Benz, assim por dizer, genial.

As entidades ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e ABERT (Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão) estão solicitando ao Ministério Público que fiscalize o jornalismo na Internet. Não deixa de ser curioso, as mesmas empresas jornalísticas que defendem com unhas e dentes a 'liberdade de imprensa' queixam-se do fato de a Internet ser um território livre, sem lei, uma terra de ninguém.

No território livre da Internet cabe todo tipo de conteúdo. Grandes empresas investem pesado para terem seu espaço na mesma mídia onde proliferam sites pornográficos e pirataria. Já em 2006, o senador Eduardo Azeredo (PSDB) afirmava ser ela um território sem lei
, propondo que se controle o acesso à web e se regulamente os crimes online.

Nota: o texto a seguir é uma tradução livre (não necessariamente 'ao pé da letra') de uma matéria publicada na DesignM.ag
.
Fornecer serviços de qualidade e conservar seus clientes é algo crítico para qualquer freelancer ou escritório de design. Vamos tratar aqui dos dez motivos mais comuns que levam designers a perderem clientes, expondo alguns exemplos de ações e atitudes que devem ser evitadas, se desejamos ver nossos clientes satisfeitos.

Renato Luiz Campos Aroeira, mineiro e torcedor de Atlético-MG e Botafogo, acostumou-se a "pegar no pé" dos poderosos, sejam eles políticos ou jogadores de futebol. Dentre esses poderosos, a vítima favorita é o FH, mas é natural que o Lula seja a bola da vez. Seu traço refinado retrata com ironia na primeira página do jornal O Dia as pérolas que generosamente surgem no dia-a-dia.

Defendida com unhas e dentes pelas grandes empresas jornalísticas, a tão idolatrada "liberdade de imprensa" merecia mais respeito. Ela é como uma moeda de duas faces – uma dizendo que 'informar é um direito' e outra, mais complicada, lembrando que 'bem informar é um dever'. Torna-se fácil constatar ruído na comunicação quando a imprensa atribui a si própria o direito de vigiar os deveres dos outros; mais fácil ainda, quando ela o faz vigiando mais os deveres de uns do que os de outros, o que configura um tipo oculto de prestação de serviço em favor de alguém e, por conseguinte, em detrimento de outrém.

Por algum motivo fora do alcance de minha compreensão, um post meu – Gambiarras: as seis leis de Andy
– tornou-se alvo de inúmeros comentários facilmente identificados como spams. O WordPress tem o Akismet, um bom filtro que envia mensagens de alerta para o e-mail do usuário, entretanto é necessário moderar cada um desses comentários, para excluir aqueles indesejados.

Com seu humor crítico, ácido e refinado, o paulistano Arnaldo Angeli Filho tornou-se um dos mais conhecidos chargistas brasileiros da atualidade. Tomei a liberdade de listar uma pequena mas ótima coletânea de alguns de seus trabalhos publicados no jornal Folha de São Paulo.