Arquivos para categoria 'jornalismo'



Carros

30 de março de 2011

Li no jornal O GLOBO (02/03/2011) artigo intitulado "De que lado está o Estado?". De autoria do antropólogo Roberto DaMatta, o texto aborda o tema do papel do Estado perante a sociedade. Pena que o faz de forma arbitrária, mais preocupado em se mostrar opositor ao atual governo e, naturalmente, ao do antecessor.

Para ilustrar a ineficiência das autoridades, ele descreve a rotina de um cidadão que, ao sair com seu carro de casa para o trabalho, se depara com o trânsito como sempre engarrafado. Segue em seu texto responsabilizando o governo por todos os infortúnios que o sujeito enfrenta ao longo da semana, inclusive no sábado, quando sai com a esposa para comer e beber umas e outras. Após sair do restaurante em seu carro, é detido por uma blitz da Lei Seca…

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Um segundo turno limpo?

9 de outubro de 2010

Insisto no tema, diante de uma óbvia campanha oportunista da grande imprensa nas atuais eleições, já não mais pelo mote de escândalos que pontualmente "alimentam" a credulidade do público; antes, pela baixaria de se tentar atribuir fundamento a uma suposta tentativa de golpe contra a liberdade de expressão.

Os principais órgãos de imprensa do país são parciais e prestimosos favorecedores de interesses que nada tem a ver com ética ou bons princípios. Abusam da boa índole dos leitores, manipulando seus corações e mentes. Enfim, agridem a inteligência alheia sem qualquer pudor. Para começar, liberdade de expressão e imprensa são coisas distintas, não se misturam. Uma é direito atribuído a qualquer cidadão, ao passo que a outra nada mais é do que uma atividade à qual se deveria atribuir tanto direitos quanto deveres.

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Estratégias de manipulação pela informação

16 de setembro de 2010

"Make the lie big, make it simple, keep saying it, and eventually, they will believe it "
Adolf Hitler

"You see, in my kind of work, you got to keep repeating things over and over and over again for the truth to sink in, to kind of catapult the propaganda"
George W. Bush

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Dilma versus Serra

9 de setembro de 2010

Ainda mais em tempos de eleição, se uma imagem vale mais de mil palavras, essa do Aroeira se contenta com poucas pois resume toda essa história de invasão de privacidades (sigilos fiscais) a uma óbvia constatação: a quem interessa um "escândalo"?

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Cobrar ou não cobrar?

4 de junho de 2010

Matéria publicada no site do jornal O Globo dá conta de que Steve Jobs defende que se cobre pelo conteúdo editorial online. E ele pega pesado, sugerindo que isso seja feito colocando-se preços agressivos (quer dizer, baixos) e buscando volume.

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"Internet tornou-se um meio subversivo"

29 de maio de 2010

A frase acima serviu de título para uma entrevista do dinamarquês Mogens Schmidt, vice-diretor da Unesco, ao jornal carioca O Globo. Publicada em 29/05/2010, ela (a frase ou a entrevista, tanto faz) motivou este post, mais uma vez dedicado à tão preciosa 'liberdade de imprensa'.

Segundo o entrevistado, esse "novo meio, a internet, tornou-se em certo sentido um meio muito subversivo, porque é muito difícil de controlar". Entretanto, é sabido que a ditadura chinesa concorda apenas parcialmente com essa opinião: subversiva, sim; difícil de controlar, não.

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Dois pesos, duas medidas

19 de maio de 2010

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As entidades ANJ (Associação Nacional dos Jornais) e ABERT (Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão) estão solicitando ao Ministério Público que fiscalize o jornalismo na internet. Não deixa de ser curioso, as mesmas empresas jornalísticas que defendem com unhas e dentes a 'liberdade de imprensa' queixam-se do fato de a internet ser um território livre, sem lei, uma terra de ninguém.

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Ricardo Boechat: jornalismo não levado a sério

24 de abril de 2010

Defendida com unhas e dentes pelas grandes empresas jornalísticas, a tão idolatrada "liberdade de imprensa" merecia mais respeito. Ela é como uma moeda de duas faces – uma dizendo que 'informar é um direito' e outra, mais complicada, lembrando que 'bem informar é um dever'. Torna-se fácil constatar ruído na comunicação quando a imprensa atribui a si própria o direito de vigiar os deveres dos outros; mais fácil ainda, quando ela o faz vigiando mais os deveres de uns do que os de outros, o que configura um tipo oculto de prestação de serviço em favor de alguém e, por conseguinte, em detrimento de outrém.

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