Ainda mais em tempos de eleição, se uma imagem vale mais de mil palavras, essa do Aroeira
se contenta com poucas pois resume toda essa história de invasão de privacidades (sigilos fiscais) a uma óbvia constatação: a quem interessa um "escândalo"?
Arquivos para categoria 'opinião'
Dilma versus Serra
9 de setembro de 2010Cobrar ou não cobrar?
4 de junho de 2010"Internet tornou-se um meio subversivo"
29 de maio de 2010
A frase acima serviu de título para uma entrevista
do dinamarquês Mogens Schmidt, vice-diretor da Unesco, ao jornal carioca O Globo. Publicada em 29/05/2010, ela (a frase ou a entrevista, tanto faz) motivou este post, mais uma vez dedicado à tão preciosa 'liberdade de imprensa'.
Segundo o entrevistado, esse "novo meio, a internet, tornou-se em certo sentido um meio muito subversivo, porque é muito difícil de controlar". Entretanto, é sabido que a ditadura chinesa concorda apenas parcialmente com essa opinião: subversiva, sim; difícil de controlar, não.
Internet de ninguém
12 de maio de 2010
No território livre da internet cabe todo tipo de conteúdo. Grandes empresas investem pesado para terem seu espaço na mesma mídia onde proliferam sites pornográficos e pirataria. Já em 2006, o senador Eduardo Azeredo (PSDB) afirmava ser ela um território sem lei
, propondo que se controle o acesso à web e se regulamente os crimes online.
Ricardo Boechat: jornalismo não levado a sério
24 de abril de 2010
Defendida com unhas e dentes pelas grandes empresas jornalísticas, a tão idolatrada "liberdade de imprensa" merecia mais respeito. Ela é como uma moeda de duas faces – uma dizendo que 'informar é um direito' e outra, mais complicada, lembrando que 'bem informar é um dever'. Torna-se fácil constatar ruído na comunicação quando a imprensa atribui a si própria o direito de vigiar os deveres dos outros; mais fácil ainda, quando ela o faz vigiando mais os deveres de uns do que os de outros, o que configura um tipo oculto de prestação de serviço em favor de alguém e, por conseguinte, em detrimento de outrém.
Quanto pagar por um site?
4 de abril de 2010
Desde a transição dos fins militares para os meios acadêmicos, ainda à época imediatamente posterior à Guerra Fria, não só a Internet mudou. A vida de muita gente foi alterada com o surgimento de novos hábitos e comportamentos.
Empurrado pela competição do mercado, o meio empresarial oportunamente soube se introduzir na nova mídia, rapidamente influenciando e impondo o profissionalismo sempre com foco na qualidade da informação.
Netiquette e qualidade de informação
22 de março de 2010
Tenho observado que a má qualidade de um bom número de textos postados em blogs na internet tupiniquim não tem sido impedimento para divulgação nos chamados sites agregadores (Uêba
, LinkLog
, Ocioso
, entre outros). Esse descaso se assemelha ao péssimo comportamento dos motoqueiros que observamos nas ruas de nossas cidades. Trata-se de uma cultura motivada pela impunidade, seja por leis mal implementadas, seja pela quase absoluta ausência de fiscalização das autoridades.
Pixel por pixel
13 de março de 2010![]()
Fosse a internet um país, poderia chamar-se Pixelândia. Sim, por mais estranho que pareça, este post é sobre pixels. Por que? Independente de esclarecer o que vem a ser um pixel, pretendo expor minha opinião quanto à sua importância para uma diagramação que, no mínimo, se pretenda correta.
Algumas regrinhas gráficas aplicáveis ao web design
10 de março de 2010
Norte-americanos e europeus estão bem mais à vontade do que nós brasileiros em se tratando de web design. Acredito que isso se deva mais à educação do que à cultura. Isso se reflete inclusive no nosso desleixe com relação à escrita – não há como negar, a internet brazuca está repleta de textos grosseiramente mal redigidos.
Getting Real: a ilusão da autoajuda
25 de fevereiro de 2010
Comecei lendo o Getting Real
original, em inglês. Para ganhar tempo, pulei para a versão traduzida para o português
. Conclusão, o que já era ruim ficou pior ainda.
Pelo que pude entender, Getting Real descreve a metodologia de trabalho da 37signals
, originalmente uma empresa de design que migrou para engenharia de software (isso dito por eles próprios). Mas a meu ver, o livro é de autoria de desenvolvedores opinando equivocadamente quando abordam critérios de design.


