
Exceto pelo velho ie6, que já ganhou até um site
homenageando seu falecimento, geralmente nos acostumamos a atribuir eventuais bugs a um ou outro navegador. Pois bem, o Andy Budd
listou seis regrinhas que facilitam em muito a vida dos desenvolvedores e designers que, volta e meia, se vêem às voltas com os tais bugs e se desdobram, “hackeando” seus códigos.
Lei nº 1: Keep it simple, stupid (KISS)
Também conhecido como “keep it short and simple“, o acrônimo KISS foi adotado por Andy como sua primeira lei. Alerta que o uso contínuo de hacks complica os códigos, aumentando a possibilidade de ocorrência de bugs. O código CSS tem suas limitações e é importante que o designer conheça esses limites ao conceber um site.
Lei nº 2: Assuma a sua culpa
Temos por hábito imediatamente culpar o browser por qualquer bug. Antes disso, revise o código várias vezes.
Lei nº 3: É melhor prevenir do que remediar
Ou seja, é melhor usar mais workarounds em lugar de hacks. Caso contrário, é preferível abrir mão daquilo que terá de ser remediado.
Lei nº 4: O ataque é a melhor defesa
A melhor forma de se evitar erros no código é conhecer os bugs, certo? Mas é claro que isso vem naturalmente com a experiência, quando passamos quase inconscientemente a evitar os erros na codificação.
Lei nº 5: Isole o problema
Quanto maior e mais complicado for um site, tanto mais complicado será solucionar um bug. Elimine tudo o que não interessa, simplificando ao máximo o código até que o problema possa ser localizado.
Lei nº 6: Use hacks somente como último recurso
Essa lei nº 6 dispensa comentários. Andy Budd ainda sugere algumas dicas:
- use código CSS válido;
- use hacks somente para navegadores antigos;
- use “código feio” no hack, o que facilita sua localização
- use hacks em arquivos css separados – isso facilita sua remoção quando não forem mais necessários; e
- sempre comente os hacks.
Fonte: IvoGomes.com
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Tags: desenvolvimento, hacks, web design
